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VÍDEO: corretor de Cuiabá registra incêndio após destroços atingir hotel durante noite de ataques em Dubai

Corretor de Cuiabá registra incêndio após destroços atingir hotel durante noite de ataque O corretor de seguros de Cuiabá, Cido Santos, registrou em vídeo...

VÍDEO: corretor de Cuiabá registra incêndio após destroços atingir hotel durante noite de ataques em Dubai
VÍDEO: corretor de Cuiabá registra incêndio após destroços atingir hotel durante noite de ataques em Dubai (Foto: Reprodução)

Corretor de Cuiabá registra incêndio após destroços atingir hotel durante noite de ataque O corretor de seguros de Cuiabá, Cido Santos, registrou em vídeo a fachada de um hotel em chamas após ser atingida por um destroço, possivelmente de um míssil ou drone interceptado, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, durante uma noite de tensão, no sábado (28), marcada por uma ofensiva coordenada entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, seguida por respostas do governo iraniano direcionadas a países aliados dos norte-americanos (assista acima). Ao g1, o corretor informou que está na cidade desde o dia 24 de fevereiro, onde passa férias com o companheiro. Segundo ele, a explosão ocorreu em um hotel localizado a dois prédios de distância da hospedagem onde o casal está. “Estava tudo muito conturbado, com sirene, uma confusão e isolaram a área. O vídeo é desse hotel que tinha acabado de cair os destroços minutos atrás. Foi um dos destroços que caiu nesse hotel e ocasionou essa explosão”, contou. Ele contou ainda que, no momento da explosão, o casal estava em um shopping center próximo. O barulho foi ouvido no local e causou correria entre clientes e funcionários. Segundo o relato, só depois, ao deixar o estabelecimento, eles perceberam que o impacto havia atingido o hotel vizinho, onde ocorreu o incêndio na parte externa do prédio. “Estava tudo funcionando normalmente até então, mas aí houve uma explosão muito alta. A gente estava pedindo comida no shopping, até que todo mundo saiu correndo desesperado sem saber o que estava acontecendo, depois que vimos que foi nesse hotel”, explicou. Cido descreveu o sábado como o dia mais tenso desde o início dos ataques. Segundo ele, durante a confusão, as autoridades de Dubai emitiram alertas por celular e publicaram orientações nos sites oficiais para que moradores e turistas permanecessem em locais seguros e afastados das janelas. Seguindo as recomendações, o casal e outros hóspedes precisaram descer para o subsolo do prédio, onde permaneceram protegidos e acompanhando os alertas oficiais sobre os ataques e interceptações de mísseis durante a madrugada. “Uma coisa é ver as notícias pela televisão, você não imagina como é na realidade. Outra coisa é você estar no local e imaginar que a qualquer momento pode cair uma bomba no prédio que você está e tudo ir por água abaixo. Então você fica muito apreensivo”, relatou. Já neste domingo (1°), de acordo com o relato do corretor, a situação ficou mais tranquila. Não houve novos registros de explosões ao longo do dia, mas a cidade permaneceu vazia, mesmo com comércios e shoppings abertos. A orientação das autoridades foi para que as pessoas continuassem em casa e evitar áreas consideradas de risco. O espaço aéreo da região segue sob monitoramento e pode ter alterações, conforme comunicados oficiais. O aeroporto de Dubai, um dos principais centros de conexão do Oriente Médio, teve a parte física normalizada após danos, mas aguarda definição sobre a retomada total dos voos. Cido e o companheiro têm hospedagem na cidade até o dia 4 de março e ainda avaliam se seguirão viagem para as Maldivas ou se retornarão ao Brasil, dependendo da evolução do cenário. Ele afirma que, no momento, não tenta antecipar o retorno e aguarda novas orientações das autoridades locais. Sequência de imagens mostra incêndio em hotel após noite de ataques em Dubai Cido Aparecido Entenda a situação no Oriente Médio Imagem de satélite mostra fumaça preta subindo e grandes danos no complexo do Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, após ataque Pleiades Neo (c) Airbus DS 2026/Divulgação via REUTERS No dia 28 de fevereiro uma ofensiva aérea coordenada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã marcou uma dramática escalada no conflito entre as potências ocidentais e Teerã. A ação, descrita por líderes americanos e israelenses como parte de uma tentativa de limitar capacidades militares iranianas e forçar uma mudança de regime, incluiu ataques aéreos em várias cidades iranianas e alvos estratégicos no país. Durante essa ofensiva, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei foi morto em um ataque que atingiu c omplexo em Teerã, conforme confirmado pelas autoridades iranianas e por relatos de imprensa internacional. Ele estava no poder desde 1989. Após os ataques de sábado, o Irã lançou mísseis e drones como retaliação contra Israel e contra bases militares dos Estados Unidos e aliados em diferentes países do Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Barém, Qatar, Kuwait, Jordânia e Iraque. Isso contribuiu para uma situação de crise com fechamento de espaço aéreo, cancelamento de voos e alertas às populações civis em vários países.

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